Fale conosco: +55 11 3181 8700 /     atendimento@radarinvestimentos.com.br      radarinvestimentos

logotipo radar investimentos

Dê um primeiro passo e receba um convite de abertura de cadastro

Dê o primeiro passo e receba
um convite de abertura de cadastro



Dê o primeiro passo e receba
um convite de abertura de cadastro

Exportações brasileiras de carne suína bateram recorde em 2019

por | 6 jan, 2020

Por Valor Econômico

Estimuladas sobretudo pela aquecida demanda da China, as exportações de carne suína do Brasil registraram forte crescimento em dezembro e bateram um novo recorde histórico em 2019.

Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex/Mdic) compilados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), os embarques somaram 76 mil toneladas em dezembro, 35,1% mais que no mesmo mês de 2018, e chegaram a 750,3 mil toneladas em 2019, um crescimento de 16,2% ante o ano anterior.

Em virtude da epidemia de peste suína africana que já reduziu de forma expressiva seu plantel de porcos, a China importou do Brasil 248,8 mil toneladas no ano passado, 61% mais que em 2018 e maior volume entre todos os destinos. O Vietnã, que também enfrenta problemas com a peste, comprou 13,5 mil toneladas, um aumento de 82,6% na mesma comparação.

Conforme a entidade, com a receita de US$ 183,6 milhões de dezembro o valor total dos embarques brasileiros de carne suína atingiu US$ 1,6 bilhão no ano passado, 31,9% mais que em 2018.

“A crise sanitária na Ásia reconfigurou o comércio internacional de proteína animal. A China, que foi a maior afetada, ampliou sua capacidade de importação de carne suína brasileira com a habilitação de novas plantas em novembro de 2019. Esse é um dos fatores que devem favorecer o aumento das vendas brasileiras em 2020”, afirma Ricardo Santin, diretor-executivo da ABPA, em comunicado.

Conforme a entidade, na América do Sul o Uruguai foi o principal mercado para as exportações do Brasil, com 40,48 mil toneladas em 2019, volume 12,8% maior que o de 2018. No Leste Europeu, o destaque foi a Rússia, que importou 35,28 mil toneladas.